
O passo seguinte foi a escolha do local para a Boda. Fizemos algumas pesquisas na net e seleccionámos as que mais gostamos, depois fomos marcando as visitas. A primeira que conhecemos foi a lindíssima Quinta de Santo André, em Forjães. No entanto, ainda só íamos a meio do caminho e já a tínhamos posto de lado, pelo simples motivo de ficar muito distante da Póvoa. A partir daí, um dos principais critérios de escolha passou a ser, o-menos-longe-possível-da-Póvoa.
Foi então que, por sugestão da minha prima Raquel, marcamos reunião com os gerentes do espaço que viria a ser o nosso eleito. Ficamos rendidos a tudo o que vimos e ouvimos e pedimos para reservar. Mas, desta vez, fomos nós que tivemos que esperar pela decisão de outro casal que tinha pré-reservado aquela data e outra, para o caso de o Padre da respectiva Paróquia não aceitar celebrar o casamento no dia que ambos preferiam. Precisamos de esperar uma semana (um longa semana que mais parecia não ter fim!!!!!!) para ficar a saber se teríamos ou não a data livre. Para nossa felicidade, o Padre aceitou casar os jovens no dia que eles tanto queriam e, assim, levantaram a pré-reserva e nós pudemos ficar com o dia! Um bem-haja, Sr. Padre!! Eheheh
Foi a primeira vez que senti a ansiedade, o nervosismo e a adrenalina inerentes a este processo. Falo no singular, porque o meu Noivo é a calma em forma humana. Para ele tudo está bem e se alguma coisa não puder ser feita da maneira que primordialmente pretendíamos, é simples, faz-se de outra!! Ai ser Noivo é tão fácil!!! lol
Um comentário:
ahahahhaa
Pois, para o noivo é Canja!!!!
É um trabalhão para apenas um dia, mas fica na memória eternamente!!
Continuação de Felicidades, goza o momento e nada de stress
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