Em oito anos de serviço, estou de baixa médica pela primeira vez. Confesso que, quando o médico me entregou os papéis, eu nem sequer sabia o que tinha que fazer com eles e tive que lhe perguntar!...
Naquele dia, não estava muito à espera de sair do consultório com a baixa médica consumada. O meu médico de família não é nada dessas coisas. Mas, no meu caso, nem sequer precisei de pedir. No dia anterior, tinha atingido o meu limite no trabalho. Dores de costas insuportáveis e um ambiente de cortar à faca, fizeram-me entrar em desespero. Por coincidência e sorte minha, no dia seguinte, tinha consulta marcada. A minha enfermeira de família reparou na ausência do meu sorriso e da minha boa disposição, até então, habituais. Fez-me desabafar um pouco e entendeu que o melhor para mim era... descansar. Falou com o médico e quando fui ter com ele, tratou logo do assunto.
Hoje, estou-lhes grata por terem feito isso por mim. Nada paga a paz e a serenidade que estou a sentir e a dar ao meu bebé nestas últimas semanas. Poder estar no ambiente que eu quero, desfrutar apenas da companhia das pessoas que eu quero e que me fazem bem, depois de tantos meses, forçada a conviver com gente que, às vezes sem saber mas na maior parte delas consciente de..., nos fazem tão mal, é como se fosse uma dádiva dos Céus.
Hoje, estou-lhes grata por terem feito isso por mim. Nada paga a paz e a serenidade que estou a sentir e a dar ao meu bebé nestas últimas semanas. Poder estar no ambiente que eu quero, desfrutar apenas da companhia das pessoas que eu quero e que me fazem bem, depois de tantos meses, forçada a conviver com gente que, às vezes sem saber mas na maior parte delas consciente de..., nos fazem tão mal, é como se fosse uma dádiva dos Céus.
Não sei que factura vou ter que pagar daqui a uns meses, quando regressar ao trabalho. Nos dias que correm, temos que esperar tudo. Mas a minha consciência está tranquila. E o que tiver que ser, será.
Até lá, vou continuar a usufruir, nas melhores condições, das inúmeras sensações da Gravidez. Porque, no final, são estas vivências que ficam cá dentro de nós.
Pelo menos, eu tenho-me esforçado por armazenar na minha memória as coisas boas que me foram aquecendo o coração ao longo da vida. As más e as menos boas, registei-as como lições mas, certamente, não as vou querer recordar mais tarde.

Um comentário:
Está a chegar o Vasquinho!
Estás na rota final, deviam dar baixa a todas as mamãs no final do tempo, tanto por organizar, tanto por sentir, o momento mágico se aproxima, não tarda e temos o vasquinho a berrar para o mundo!
XD!
Beijinho tudo de bom!
Vileirinha
Postar um comentário