
Clarice Lispector
As histórias que preenchem os meus dias... As pessoas que povoam a minha vida e que me fazem sorrir a cada instante... As vivências que devo e quero partilhar... As razões pelas quais SOU FELIZ... O mais importante de mim, neste recanto ...
Encontrei este trecho de um texto de Mário Quintana e achei que tinha tudo a ver contigo.
PARABÉNS AMIGO!!
DESEJO-TE UM DIA MUITO FELIZ!!

Fui com o Daniel ver o Gil Vicente x Varzim. Há muito tempo que não assistia a um jogo no meio dos adeptos poveiros. É do melhor que há. Centenas de varzinistas e um ambiente de arrepiar. Olhar em redor e ver caras conhecidas, ver aqueles poveirinhos de gema que têm orgulho na PÓVOA, a vibrarem com o clube da nossa terra querida é uma das coisas mais bonitas de se ver e de se sentir. Neste apoio massivo, emotivo e raçudo ao Varzim, estes poveiros exprimem o seu orgulho não só pelo clube, mas por tudo o que a Póvoa tem de melhor comparativamente com as cidades que visitamos nestes jogos. Orgulho pela nossa praia, pelo nosso cheiro a maresia, pela nossa areia grossa; orgulho pelos nossos pescadores; orgulho pelas nossas gentes aguerridas; orgulho pelas nossas festas únicas como o São Pedro; orgulho pelos sítios emblemáticos da cidade e pelos nomes sonantes que dela emergem seja no futebol ou em qualquer outra área. ORGULHO EM SER POVEIRO, tão simples quanto isso!
Ala-arriba Varzim! Ala- Arriba Póvoa!
"Igualzinho ao que acontece com todas as pessoas, num trecho ou outro da estrada, eu já senti tanta dor que parecia que os golpes haviam me quebrado toda por dentro. Não sabia se era possível juntar os pedaços, por onde começar, nem se o cansaço me permitiria movimentos na direcção de qualquer tentativa. Quando o susto é grande e dói assim, a gente precisa de algum tempo para recuperar o fôlego outra vez. Para voltar a caminhar sem contrair tanto os ombros e a vida. Um espaço para a gente quase se reinventar.
Mais um Natal que passou. A voar, como sempre. Parece que as horas encolhem e que os minutos têm menos segundos. Mas foi muito bom! Não há nada melhor do que a companhia da Família. Este ano, a festa foi mais calma porque faltou a agitação da pequenada. Mas a habitual alegria e boa disposição estiveram lá, como não poderia deixar de ser. Assim como aqueles pormenores que nunca falham: muita comida, muitos doces e muitas prendas. Pessoalmente, não me posso queixar. O Pai Natal foi um mãos largas. Recebi muitos presentes e alguns deles com um significado extremamente especial, como foi o caso da prenda dos meus tios, Mila e Tino. Aproveito para lhes agradecer, mais uma vez. Usa-la-ei no «Meu» dia com muito orgulho e carinho! Na verdade, fui presenteada com um pouco de tudo o que eu gosto, roupa, bijuteria e livros! E até um rádio para o meu “Che Guevara” eu recebi. Oferta original do meu Maninho!
E pronto... Já só me falta comprar duas prenditas.
