16 de dezembro de 2011

Solamente tu...

"Haces que mi cielo
Vuelva a tener ese azul,
Pintas de colores
Mis mañanas solo tú
Navego entre las olas de tu voz
Y tú, y tú, y tú, y solamente tú
Haces que mi alma se despierte con tu luz
Y tú, y tú, y tú, y solamente tú
Haces que mi alma se despierte con tu luz
Y tú, y tú, y tú.."

"Red Dog"


Mais um filme inesquecível, baseado numa história real, sobre o Melhor Amigo do Homem. Ri-me muito e no final, chorei com o coração apertadinho. Já devia saber que ia ser assim. Mas a verdade é que quando as histórias dos filmes falam sobre este Amor que muita gente não conhece, nem percebe, não consigo resistir. 
Lembro-me da minha Heidi. Sinto saudades dos nossos momentos e daquela coisa boa que ela passava cá para dentro (vocês que têm um cãozinho ou um gatinho sabem do que estou a falar...)... Por momentos sinto aquele impulso de querer comprar outro Labrador, mas depois, fico quietinha no meu canto e limito-me a recordar a minha Cadelinha que tantas saudades me deixa.

Pois é, meus caros, RED DOG é um filme que recomendo vivamente. Um  cão que era de toda uma comunidade mas que a determinada altura, foi ele próprio que escolheu o seu Dono. O destino acabou por ser cruel... O final do filme é triste mas a Comunidade faz justiça e arranja forma de eternizar o seu Melhor Amigo. 

15 de dezembro de 2011

Poveirinhos pela graça de Deus




"Love likes coincidences"

Um destes dias, o meu Pai deu-me a conhecer este filme do qual eu não tinha ainda ouvido falar e disse-me "Acho que vais gostar!".
É um filme turco, logo, diferente mas... muito, muito, muito lindo! Mesmo do tipo que eu gosto e que fala de... Amor, pois claro. Para além disso, envolve também o mundo da Fotografia, uma das formas de arte que mais admiro e que adorava aprender.


Dos diálogos mais bonitos:

- Deves escrever no teu Diário tudo o que sentes no coração. As mentes esquecem, os corações nunca!
- Posso escrever sobre o miúdo da bicicleta vermelha?
- Sua patifazinha! Bem... Dizem que os grandes romances  começam com uma grande briga. No teu caso, começou com um acidente.
- Avô, como acontece o Amor?
- Não se sabe verdadeiramente, Deniz. Mas há alguns sinais, é claro. O teu coração acelera, por exemplo. Queres sempre, sempre, ver e estar com essa pessoa. Ela significa o mundo para ti. Não te preocupas com mais nada.
- Estavas apaixonado pela Avó?
- Ainda estou apaixonado por ela!

****
- Não há como saber se é sorte, destino ou coincidência... Mas o coração vai e escolhe uma pessoa.


P.S.: Obrigado, Papá por me teres proporcionado um bom serão. :) Conheces-me bem!

14 de dezembro de 2011

Gosto muito!

Próximas aquisições


Quero estes todos e mais alguns! :)


Entretanto, já vem a caminho este amiguinho:

13 de dezembro de 2011

O  "Tartaruga" e o "Eu é que sou bom", estão nomeados! PERFEITO! Vou entupir o site oficial do programa com votos. Espero, sinceramente, que o amiguinho da azeiteira, com a mania que é boa-adulta-e-má, seja expulso, mas assim com uma diferença abismal!! Que puto de aziado e mal-dizente que é o gajo! O problema é que as chavalas portuguesas andam excitadas com o moço e vão estragar tudo!... Suas pitas!!

Eh pah, grande Cátia! Pelos vistos, a badocha dos Alpes andou o dia todo a fazer chantagem, mas a Cátia teve  personalidade, chegou ao confessionário e pimba! JÁ FOSTE, FANNY! lol Temos pena... lol Tadinha... Ainda não percebeu que o gajo está a usá-la e a dar-lhe uma tanga do caraças... Quando sair, nem Dioguinho, nem Joãozinho! lol Pode ser que, lá na Suiça, lhe apareça o tunning da vida dela! lol Num Subaru, todo quitado, vidros fumados, bandeira portuguesa no capô e algures escrito: "TUNNING NÃO É CRIME!" ou "JE T'AIME FANNY!", para ser mais romântico. :)

E pronto. Apeteceu-me aparvalhar, antes de dormir! :)

12 de dezembro de 2011


Eu juro que tento fazer as compras de Natal o mais antecipadamente possível, mas não consigo... Fico sempre desnorteada. Nunca sei o que oferecer. É uma tarefa mesmo complicada e que só me sinto capaz de realizar nos últimos dias, tipicamente à português. Funciono melhor sob pressão! 
Só que, este ano, não sei porquê, sinto-me pouco inspirada para os presentes... Falta-me ideias... :( Vamos lá ver se, entretanto, a coisa se resolve.... 

11 de dezembro de 2011


Orgulho. Emoção. Porque "um bom filho à casa torna".
Mais do que ninguém, mereces estar a viver esta realidade, que durante tantos anos, foi um sonho.Quem te conhece desde menino, sabe que tenho razão. Anos de dedicação. Paixão desmedida, tua e do Papá - ele que se sacrificou tanto, por e para e cujo nome já poucos falam.
Adoro-te Maninho! Estou imensamente feliz. E a resposta à pergunta "Porquê que é emocionante?", está na tua história. :)

10 de dezembro de 2011

Coisas & Pessoas



Cris. :)

9 de dezembro de 2011

Há 5 meses atrás...

Um dos nossos sonhos comuns tornava-se realidade e foi ao som desta música que trocámos alianças. Ao ouvi-la, agora, revivo todas as emoções que tomaram conta de mim naquele momento em que até a voz se me embargou. 
O significado, a responsabilidade e a beleza daquele momento, entre mim e ti - o Homem que escolhi para meu companheiro de vida, a acontecer naquela Igreja cujas paredes resguardam a minha história desde o dia em que me tornei Filha de Deus, foi sentido por mim com uma intensidade brutal que acho que nunca vou deixar de me sentir arrepiada e de me emocionar sempre que o recordar e sempre ouvir esta música.

AMO-TE DEMAIS, DANIEL! :)

8 de dezembro de 2011
















O cheiro. As luzes. Os sorrisos. Os abraços. O espírito. A união. Os sentimentos.
Adoro o Natal. 

7 de dezembro de 2011

À minha Família

Esta tarde, estive em conversa com uma Senhora que morou, na sua Infância, no Bairro da Matriz, numa casa bem perto do Museu... Transcrevo o nosso diálogo numa tentativa de que, nós, as gerações mais novas da Família, percebamos a sorte que temos em viver o Natal da forma que vivemos, que consigamos sentir verdadeiramente este privilégio de preservamos o Natal que os nossos Avós sempre fizeram questão de promover e que, no caso deles, se estendia a vizinhos e amigos. Alguns de nós, têm perfeita noção disso mesmo. Mas mesmo assim não custa nada reforçar. :) 
O diálogo sobre o qual comecei a falar neste post, pode-vos parecer pouco significativo. Mas a força da mensagem está nas entrelinhas.

D. Laura - Vou passar o Natal como sempre. Com o meu Marido e a minha Prima. Somos só três...


Sílvia - Eu não sei o que é isso! O meu Natal sempre foi com a Família toda! E este ano é que vai ser!!! A casa vai parecer ainda mais pequena, porque vamos os primos todos! :) :)

D. Laura - Sabes?... Os melhores Natais que eu passei, foi em miúda, quando vivia na Matriz e ia para o Museu, passá-lo com a tua Família.

A partir daqui... Vagueei por inúmeros pensamentos... A D. Laura tem 60 anos... As melhores recordações que tem da Noite de Natal estão ligadas ao «Natal da Família Museu»... Não sei o que vos passa na cabeça neste momento, depois de lerem o que escrevi... Espero que o mesmo que a mim. Sinto-me uma felizarda!

Adoro-vos! E, tal como todos os anos, estou ansiosa por estarmos todos juntos na Noite de Natal! Na casa da Milinha e do tio Tino; tradicionalmente apertadinhos e a encher a sala de risos e "calinadas". Quero ver o tio Quinito de Pai Natal. Quero ouvir as tias a repetirem, vezes sem conta, "Calem-se que não se ouve o Quinito e depois as prendas são trocadas!", quero sentir a alegria dos pequenotes a receberem os presentes e a abri-los"... :)

6 de dezembro de 2011

Longe, mas perto!













"Recebi as tuas prendas e a Malicia adorou! Sou obrigada a pôr-lhe o perfume todos os dias."

Saudades da minha afilhada linda...

5 de dezembro de 2011

Bem feito!!! lol



Esta devia ser a próxima a levar com um chuto no cú dos Portugueses!Que gaijita insuportável! A sorte dela é o sucesso que o Pai está a ter cá fora...

3 de dezembro de 2011

Natal antecipado... :)
















De mim para mim. Um gorro poveiro, feito à mão. Tradicional mas mais simples. Conquistou-me ao primeiro olhar. Adoro e estou ansiosa por usá-lo! :)
















Uma agenda 2012 e um porta-moedas, sob o tema Paris, aos quais não consegui resistir. Oferta da minha Mommy. :) A agenda tem pormenores encantadores, que eu AMO, como rendas e camafeus!

2 de dezembro de 2011

Museu Municipal...


Para muitos poveiros, incompreensivelmente, este lugar é-lhes estranho, nunca lá entraram; outros, têm deste lugar uma longínqua lembrança, de uma ou outra visita de estudo que fizeram nos tempos de escola; mas também há quem tenha conhecido o "antigo" Museu e conheça o novo, e o visite com frequência.
Para a minha Família materna, o Museu Municipal já significou “lar”. Literalmente. A minha Mãe e os seus irmãos, nasceram e viveram lá durante muitos anos, porque o meu avô Quilôres na altura era o responsável pelas instalações, hoje, o termo certo seria “Director” eheheh, e a minha avó também lá trabalhava. Alguns dos meus primos e também o meu Irmão, tiveram o privilégio de lá passar os primeiros anos da sua infância. 
Anos depois, o lugar da residência mudou, mas a ligação da Família ao Museu permaneceu e ainda se mantém. A minha Tia Mila ainda lá trabalha e o meu tio Zézé, apesar de se ter reformado, é incapaz de se desligar daquilo. Depois houve o meu querido primo Tony, que foi um dos funcionários mais marcantes que passou por ali.
Apesar de não termos vivido lá, nós, os netos que se seguiram (Gininha, Filipe, Pedro, Silvinha, Rubito, Tininha, Paty, Vitó e Inês), crescemos, tendo sempre o "Museu" como parte integrante da nossa vida. Fotografias da nossa infância atestam a estreita ligação que temos àquele espaço, cujos cantos conhecíamos de cor. Passávamos horas lá metidos. Adorávamos visitar a oficina do Tio Zé e, pelo caminho, rebolarmos pela rampa do corredor que nos levava até à porta. Não nos cansávamos de apreciar o barco salva-vidas “Cego do Maio” e, bem ao lado, os faróis de Portugal feitos à mão, em areia, pelo nosso Tio. Divertíamo-nos a olhar os quadros de alguns dos homens do mar, que nos seguiam com o olhar, sempre que passávamos da direita para a esquerda e vice-versa. No andar de cima, fascinava-nos a sala de jogo e, quantas vezes, sem que ninguém nos visse, fazíamos girar a roleta! Depois íamos ver a sala do nosso Avô. Nunca saíamos de lá sem passar por aquela sala dos Jogos Poveiros. Os bonequinhos feitos pelo meu Avô, vestidos com roupinhas feitas à mão pela Avó Isolina, eram o nosso orgulho! Descíamos novamente para o primeiro piso, por umas escadas em pedra que à noite metiam medo e pelo caminho sentíamos o cheirinho do Café da D. Aninhas. Na recepção, os que tinham coragem, enfiavam-se no túmulo em pedra que lá esteve exposto anos a fio.

O Museu era um dos cenários preferidos para as nossas fotografias. Temos umas em cima do poço; outras no quintal quando alguém fazia a Comunhão; outras na fachada, todos em fila, a fazer uma escadinha... 
Agora, o interior está muito diferente, mas as sensações que tenho, quando lá entro, são as mesmas. Até o cheiro é o mesmo.
Hoje, tive que lá ir cumprir uma tarefa de trabalho. Fez-me bem estar lá. Aviva as saudades, é certo. Mas sabe muito bem percorrer aqueles corredores e visitar aquelas salas. Há um pouco da minha Família em cada canto. E, depois, há o espírito de pessoas especiais que lá continuam presentes, independentemente da modernização e das alterações do espaço.

Não é à toa que somos conhecidos pela “Família Museu”... :)

"Virgem do Sameiro"


Um final feliz, Graças a Deus!


1 de dezembro de 2011