5 de julho de 2012

Caminho a passos largos para o final da gravidez. Já sinto os efeitos disso mesmo. Não sei o que é dormir uma noite inteira há algum tempo, mas ultimamente a coisa tem piorado. O desconforto no corpo é cada vez maior, o que me leva a mudar de posição com uma frequência que chega a ser irritante. Perco a conta às vezes que me levanto à noite para ir à casa de banho e, quando volto para a cama, o sono foi-se num ápice. Durante o dia, se estiver calor, não tenho vontade para fazer mais nada a não ser ficar em casa, mas se por acaso andar na rua, já sei que o cansaço me vai condicionar os destinos, assim como a vontade de fazer xixi. Para onde quer que eu vá, tenho que ter a garantia de que terei sempre por perto um WC (de confiança, note-te bem!) à minha disposição. Era mais fácil e prático usar uma fralda! lol
Há também aqueles momentos no dia em que me sinto chatinha e sem paciência, mas esses são facilmente ultrapassados com os movimentos do Vasquinho ou com a presença do meu Maridão e todos os pormenores bons que esta me proporciona. :)

Entretanto, porque o tamanho da minha barriga o exige (daqui a nada, precisava de 2 kits em vez de 1!) e o tempo de gestação também, já marquei o lanchinho, com as minhas Primas e algumas Amigas,  para fazer a minha barriga de gesso. Vamos lá ver como corre! :) 

3 de julho de 2012

Ao ver os diversos álbuns de fotografias disponíveis na internet sobre o São Pedro 2012, penso ter encontrado o motivo pelo qual o meu filho só se começou a mexer quando as Tricanas do Bairro Norte passaram à nossa frente no Desfile das Rusgas, no dia 30. Aqui está:

lol

Apenas 2 palavras sobre...


GRANDE MALUCO!

28 de junho de 2012

São Pedro 2012

Trono da Matriz

Dos mais belos de sempre. E com pormenores emocionantes!
Começamos da melhor forma. Agora venha a noitada! Porque a nossa Rusga promete!

Foto de Marisa Moita

27 de junho de 2012



Ontem fui assistir ao último ensaio da rusga da Matriz. É um momento que desencadeia um misto de emoções para quem já fez parte da roda. É a saudade. É o «bichinho» que mói sempre. Mas é também a satisfação de ver as gerações mais novas a darem seguimento à tradição. É esta agradável sensação de ter tido o privilégio de ter representado o Bairro onde nasci e de o ter feito com dignidade e dando o melhor de mim e, agora, estar do outro lado, a apoiar os colegas que lá continuam e os que vão chegando, ano após ano.
Tudo tem o seu tempo. E a felicidade com que sempre vivi esta festa continua a mesma.
Contive as lágrimas, ontem. E até o meu Marido se arrepiou ao ver a rusga. É impossível ficar indiferente. Principalmente para quem lá andou e sabe o que é viver o São Pedro daquela forma.  
A rusga da Matriz está mudada. Tem um novo ensaiador. Tem muitas caras novas. Tem uma nova organização. Mas ainda consigo ter referências dos meus tempos. Tenho amigos que ainda têm o seu espaço na roda. E, claro, tenho a Menina–dos-Meus-Olhos, a Inês, na rusga sénior e, este ano, a estrear-se nestas andanças, a minha prima Gaby, na rusga juvenil. Ou seja, a Família Museu continua presente e até consigo imaginar o orgulho que a minha Avó Isolina sentiria se cá estivesse. Ela que sempre quis ver as netas de Tricanas da Matriz!
Fiquei agradavelmente surpreendida com o que vi no ensaio. Estou muito entusiasmada!
A Festa é já amanhã, mas podemos dizer que começa hoje, com a inauguração do trono. Um momento especial. De uma simplicidade ímpar. Muito familiar. Não precisamos de muito alarido. Em torno do Cruzeiro, reúnem-se as pessoas da Matriz. Aquelas que nasceram e cresceram naquelas ruazinhas do bairro. O rancho do cidral dança. As pessoas cantam e batem palmas. E, no final, o São Pedro é colocado no Trono, pronto para mais uma Grande Festa!!!! :)

BOM SÃO PEDRO PARA TODOS!!!


Foto de Fábio Gabriel

26 de junho de 2012

Curso de Preparação para o Parto


Participei, ontem, pela primeira vez numa aula prática. O horário não é propriamente o mais simpático para uma grávida. Segunda-feira, às 08h30! Assim, de repente, o que apetece dizer, quando no Hospital nos dão essa informação, é um redondo NÃO. Mas somos incapazes de o fazer. Desde que sabemos que temos uma vida dentro de nós e dependente de nós, passamos a viver em função dessa nova realidade e todas as nossas decisões e acções são tomadas de acordo com o que for melhor para o bébé e para nós e para que o momento mais esperado corra da melhor forma possível.
Fui uma das últimas a chegar - nada surpreendente, mas a minha Cunhada ainda conseguiu chegar mais tarde! lol, e já estava a sala praticamente cheia e com as colegas a iniciar o primeiro exercício. A respiração abdominal que, dizem, ser muito útil no trabalho de parto. Tenho de admitir, até porque não é vergonha nenhuma e não fui a única a ser confrontada com o facto, que a coisa não foi tão fácil de fazer como parecia. Apesar de o meu desempenho não ter sido lá muito positivo, quando cheguei a casa, voltei a treinar e acho que já estou a conseguir ter sucesso. :) Na verdade, tudo o que lá nos ensinam é precisamente para ser praticado em casa. E nesta primeira aula, vim recheada de dicas para contornar alguns dos principais desconfortos que sentimos durante a gravidez, como as dores nas costas (cedo, comecei a tê-las) ou o inchaço nas mãos e nos pés (felizmente, ainda não me vitimizou!).

Tal como aconteceu nos cursos de puericultura e de aleitamento, para além de todas as informações e dicas que nos transmitem e que desfazem dúvidas e os imensos mitos que por aí andam, outras das mais valias de frequentar (gratuitamente!!!!) estas sessões é o convívio com as enfermeiras especialistas e com as outras grávidas. Conversamos muito e a meiguice das enfermeiras é de tal ordem que só nos apetece reservar a presença delas para o nosso dia!
As aulas decorrem num ambiente especial, em que as vivências são diversas, assim como os estados de espírito e as personalidades. E entre tantas diferenças há um ponto que nos une a todas: a ânsia de vivermos o momento mágico do nascimento do nosso filho. E é por isso que nos sentimos todas iguais naquela sala. Mesmo aquelas grávidas que estão à espera do segundo ou do terceiro filho e que, com a maior das humildades, participam nestes cursos. (Nesta minha primeira aula prática, estavam duas colegas, grávidas do terceiro filho, e digo-vos que foi um dos registos que fiz com maior admiração. Uma delas, já tinha participado nos cursos aquando das gravidezes anteriores e a outra, é a primeira vez que o faz. A presença de ambas cativou-me, porque apesar de ser o terceiro filho, elas têm a disponibilidade e a humildade de perceber que há sempre coisas a aprender, não obstante, o conhecimento que a experiência vivida nos confere.)

Custa sair da cama tão cedo, principalmente, nesta fase final, em que já não sabemos o que é dormir uma noite inteira, mas quando chegamos à aula, sentimos que foi o melhor que podíamos ter feito.
A próxima sessão, será só daqui a duas semanas. Certamente a sala estará novamente cheia. Algumas das colegas já não estarão porque, entretanto, já viveram a sua hora e outras grávidas chegarão. É um ciclo de vida. :)

22 de junho de 2012

Ando há dias a correr as lojas da minha cidade para encontrar uma tunicazinha que seja, vermelha, para vestir no São Pedro, mas está muito difícil... Como quase não existem lojas com roupas para grávidas, aqui na Póvoa, tenho que recorrer aos tamanhos L ou XL, mas nem por aí tenho sorte... :( Mais parecem tamanho XS!!!!!!!! É que nem os chinocas me resolvem o problema! 

21 de junho de 2012

São Pedro 2012


Já cheira a Festa de São Pedro na Póvoa. As marchas de 2012 das seis Rusgas já soam na rádio e algumas delas também já se propagam via facebook. As ruas principais dos Bairros já estão a ser engalanadas com as tradicionais iluminações. E os poveiros já enfeitaram as suas varandas e começam a sair à rua, com as cores do seu Bairro.

Há algum tempo que as rusgas se preparam para o grande dia. Mas, já muito antes, começaram a trabalhar aquelas a quem a Festa de São Pedro e as suas Tricanas devem todo o brilho e beleza! 
As costureiras e as bordadeiras! 
Essas mulheres cujas mãos produzem aventais e blusas que mais parecem obras de arte! Dedicam-se horas infindáveis, atravessando madrugadas, e quantas vezes fazem milagres, terminando ou aprimorando pormenores nas peças pouquíssimo tempo antes de as rusgas saírem para a rua!
É que elas nunca falham. Nunca deixam ficar mal as suas tricanas, mesmo que isso lhes prive de uma boa noite de sono. O momento de ver os aventais e as blusas a desfilar pelas ruas e em cima dos palcos, compensa todo o sacrifício!

O meu pensamento está com elas. Porque passam despercebidas nesta festa e há muito que mereciam  uma homenagem na imprensa local e, porque não, na nacional também?

Porque o que rege a minha Vida


É O AMOR!
Em oito anos de serviço, estou de baixa médica pela primeira vez. Confesso que, quando o médico me entregou os papéis, eu nem sequer sabia o que tinha que fazer com eles e tive que lhe perguntar!... 
Naquele dia, não estava muito à espera de sair do consultório com a baixa médica consumada. O meu médico de família não é nada dessas coisas. Mas, no meu caso, nem sequer precisei de pedir. No dia anterior, tinha atingido o meu limite no trabalho. Dores de costas insuportáveis e um ambiente de cortar à faca, fizeram-me entrar em desespero. Por coincidência e sorte minha, no dia seguinte, tinha consulta marcada. A minha enfermeira de família reparou na ausência do meu sorriso e da minha boa disposição, até então, habituais. Fez-me desabafar um pouco e entendeu que o melhor para mim era... descansar. Falou com o médico e quando fui ter com ele, tratou logo do assunto.
Hoje, estou-lhes grata por terem feito isso por mim. Nada paga a paz e a serenidade que estou a sentir e a dar ao meu bebé nestas últimas semanas. Poder estar no ambiente que eu quero, desfrutar apenas da companhia das pessoas que eu quero e que me fazem bem, depois de tantos meses, forçada a conviver com  gente que, às vezes sem saber mas na maior parte delas consciente de..., nos fazem tão mal, é como se fosse uma dádiva dos Céus. 
Não sei que factura vou ter que pagar daqui a uns meses, quando regressar ao trabalho. Nos dias que correm, temos que esperar tudo. Mas a minha consciência está tranquila. E o que tiver que ser, será.
Até lá, vou continuar a usufruir, nas melhores condições, das inúmeras sensações da Gravidez. Porque, no final, são estas vivências que ficam cá dentro de nós.
Pelo menos, eu tenho-me esforçado por armazenar na minha memória as coisas boas que me foram aquecendo o coração ao longo da vida. As más e as menos boas, registei-as como lições mas, certamente, não as vou querer recordar mais tarde. 

20 de junho de 2012

Desde ontem, comecei a riscar da lista de farmácias na Póvoa, aquelas em que somos obrigados a pedir, por favor, o recibo no acto do pagamento. Vou apenas frequentar aquelas em que o farmacêutico por iniciativa própria, ao fazer a conta, faz logo a pergunta: "Em que nome quer o recibo?". Isso, sim, é profissionalismo e seriedade! 

17 de junho de 2012

Aos poucos, o quarto do Vasquinho vai-se compondo. Aos poucos, esta vontade de o ter nos braços, vai ganhando proporções cada vez maiores. Por outro lado, estou a gostar tanto de estar grávida, que não me importa nada o facto de ainda faltar algumas semaninhas para esse momento. Ando consoladinha a desfrutar  desta experiência e faço por gozar ao máximo deste barrigão, até porque não me passa ao lado aquilo que a maioria das amigas e familiares Mamãs me dizem "Vais ter saudades da tua barriga!".
Eu acredito que sim. E por isso estou a saborear com toda a intensidade possível todos os pormenores. As pessoas perguntam-me "Mexe-se muito?". Sim, mexe-se. E como eu adoro essa sensação!!!!!!! Perco a noção do tempo e até do espaço, durante os instantes em que o Vasco se está a mexer. Fico, ali, entregue a essa intimidade. Sinto. Vejo. Sorrio perante tamanha magia da natureza. 
É incrível como, perante a dimensão desta benção, tanta coisa  no dia-a-dia com as quais perdíamos tempo e nos preocupavam, são agora  tão pequenas e irrelevantes! "Prepara-te porque a tua vida vai mudar completamente!", repetem-me. Pois vai. Mas a julgar pelo que vejo nos olhos daqueles que me rodeiam e que desfrutaram desta dádiva, a vida muda muito, para melhor! :)

13 de junho de 2012

De há uns meses a esta parte, há duas coisas que me têm irritado profundamente.

1. Os barulhos do pequeno armazém (supostamente deveria ser uma loja para comércio), que fica por baixo do meu apartamento. Começam ás 08 da matina e, a partir daí, acabou-se o sossego. Ás vezes, dou por mim a perguntar: O que raio estão eles a fazer???... Ainda não fui capaz de fazer queixa, porque não gosto de criar problemas a ninguém, mas se continuar assim, quando o Vasquinho nascer, lá vai ter que ser... 

2. As "chavalas" que têm treinos no Pavilhão Municipal e que, para se refrescarem, vão ao balneário destinado às utentes da Musculação e não ao delas, porque fica mais perto do campo onde estão a treinar. Se fossem bem educadinhas, não havia mal nenhum. O problema  é que abrir a porta do balneário elas sabem! Fecha-la é que não... E não importa que lá dentro estejam pessoas a tomar banho ou nuas, a preparem-se para se vestirem! Elas entram eufóricas. Vêem as pessoas lá dentro. Refrescam-se. E vão-se embora, deixando a porta escancarada! Pura distracção?... Repetidamente?... Não creio... Parece-me mais uma atitude do género "Só nós é que existimos!"... Já comentei com as funcionárias que me disseram "Elas não têm nada que ir ao vosso balneário!". Mas lá está, um dia apanham-me a mim ou a outra utente num dia "não" e lá vai reclamação por escrito. Já fiz isso uma vez aos meninos do basquetebol que andavam a divertir-se a mandar grandes murros na porta do balneário e a fugir e, deu resultado... 

Haja paciência! :)

Imagem do dia


Vou ter que mandar fazer um igual a este! :)
Muito bom!!!
E por aquilo que ouço de amigas e familiares que foram recentemente Mamãs, não vai faltar quem dê opiniões!

Imagem daqui.

12 de junho de 2012

Dias perfeitos

A desfrutar da minha gravidez. Deste menino que me arranca sorrisos sempre que faz a minha barriga mexer. Do meu Marido. Da companhia da minha Mãe durante a tarde. Do miminho do meu Pai à hora do jantar. Da presença do meu Mano e da Lena, mesmo que através de uma sms ou de um telefonema. 
Da amizade dos meus Sogros. Da ternura garantida da menina dos meus olhos naqueles dois dias da semana, sagrados.
Das visitas semanais à "Barriguinhas" e dos sorrisos, conversas e dicas das minhas primas malucas, Sandra e Rute (Obrigado por tudo!).
Da minha casa. Dos meus bordados. Do meu sofã. De boas horas de descanso.

Dias perfeitos.  



8 de junho de 2012

Varzim Sport Club






Tudo o que a Razão não consegue explicar.
Sente-se. Apenas. Nas profundezas do coração.

Um ano depois, estamos de volta às competições profissionais. Lugar de onde nunca deveríamos ter saído.

Ala Arriba Varzim!




6 de junho de 2012

O amor como critério de gestão



« (...) É mesmo um confronto imprevisto: amor e economia, amor e gestão. Tem um forte impacto, muda as nossas atitudes, transforma-nos, confronta-nos. É uma semente. Não faz sentido não estar presente na gestão...
(...) Sim, sim, sei que posso ser gozado. Podem atirar-me pedras. Já estou à espera disso claro. Mas não me preocupo. O que proponho é simples, embora difícil. Imagine que nas empresas tratamos os outros como gostaríamos de ser tratados se estivéssemos no lugar deles... (...) Pense não apenas nas relações entre colegas, entre chefes e subordinados; pense nas relações com clientes, nos contactos com os fornecedores e até com os concorrentes. Já viu o que seria se nos tratássemos assim, com amor? Já pensou como é importante a honradez e a integridade e quanto isso vale para a economia de um país?
(...) Se eu pensar no meu fornecedor como um amigo, nós sentimos amor pelos nossos amigos, verdade? Ora, se eu o tratar como amigo vou fazer tudo para lhe pagar o que devo a horas, não é? Já viu como isso ajudaria a economia, como isso criaria riqueza? Já meditou sobre o efeito?
(...) Está a ver? Devemos deixar o amor reflectir-se sobre o sistema de avaliação, sobre o bónus e os salários. O amor como critério de gestão é um factor de riqueza. Cria riqueza. Não tenho dúvida alguma. 
(...) Eu não digo que é fácil. Alerto para os riscos e dificuldades. Para os problemas. Sublinho que pessoas felizes constroem empresas felizes; e que empresas felizes e humanizadas fazem países mais prósperos e sustentáveis. O caminho? O amor como critério de gestão."
(...) Pense nisto, pense nisto... conte-o aos seus filhos.»

António Pinto Leite, advogado, presidente da Associação Cristã de Gestores e Empresários e membro do Conselho Superior de Magistratura, em "Dinheiro Vivo", suplemento do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias, edição de Sábado, dia 2 de Junho de 2012. 

Acho que todos os patrões deviam ler este artigo, meditar sobre e... aprender. Mas tenho as minhas dúvidas quanto à capacidade de colocarem em prática esta dica de assumirem na gestão da sua empresa critérios como "amor", "honradez" e "integridade". Aquilo que eu tenho testemunhado e apenas (!) na realidade que me rodeia, é precisamente o contrário... A felicidade dos subordinados pouco importa... Portugal sonha com a prosperidade e a sustentabilidade, mas quem manda gere apenas no sentido dos seus interesses e necessidades... 

2 de junho de 2012


Quando descobri o “Conto de Fadas” e fiquei a saber que a lojinha ficava em Viana do Castelo, fiz logo o choradinho ao meu Pai, que trabalha nessa cidade, para passar por lá e comprar uma caixinha de música para os Netinhos.
Ontem, quando cheguei a casa, estavam os dois embrulhos à nossa espera. Um, para o Vasquinho e outro, para a Ritinha. Os primeiros presentes oficiais do Avô. Oficiais, na medida em que é a Lisinha que se tem incumbido de apetrechar os netinhos com presentes dos Avós mas estes foi o Avô, sozinho, que os comprou. Um gesto de muito valor, porque eu sei bem que o meu Pai não é muito dado a ir às compras. Até para comprar roupa para ele, quantas vezes, entrega a missão à minha Mãe! eheheh
Desembrulhei, numa felicidade imensa, o presente e depois rendi-me à coincidência de a música da “caixinha” do Vasco ser a mesma de uma boneca que eu tinha quando era pequena!
Aqui está o presente do Avô António. 



OBRIGADO, MEU REI!
Nunca falhas! E consegues sempre surpreender-me!
AMOOO-TEEEE!

1 de junho de 2012