O Vasco assistiu pela primeira vez à Procissão do Enterro do Senhor e simplesmente adorou os 'ferricocos"!!! Até acompanhava as relas, abanando o perna! lol
As histórias que preenchem os meus dias... As pessoas que povoam a minha vida e que me fazem sorrir a cada instante... As vivências que devo e quero partilhar... As razões pelas quais SOU FELIZ... O mais importante de mim, neste recanto ...
30 de março de 2013
28 de março de 2013
:(
Fez parte da minha vida durante muitos anos. Sempre me tratou muito bem. Tenho muitas e boas recordações desses tempos, mas que guardo só para mim. Nas páginas da história do meu passado, a imagem dela está lá bem fixa, como uma das melhores pessoas que conheci, juntamente com a Filha, à frente da qual chorei muito, por tudo ter acabado. O meu contacto com elas terminou praticamente desde esse dia (há uns 7 ou 8 anos...), mas o carinho que sempre tive por elas não.
Hoje, sinto-me triste. Muito triste. Porque a D. Mariazinha partiu. Ainda um destes dia a lembrança dela me veio ao pensamento... Farei tudo para poder estar presente no último Adeus. Quero acreditar que ela está junto da sua menina...
Descanse em paz...
Descanse em paz...
27 de março de 2013
Alguém me dá umas dicas?
Continuo empenhada em reunir ideias para o Baptizado do meu pequeno príncipe, especificamente, para o bolo, para a decoração da festita, para as lembranças e para a roupinha, sendo que esta última tem sido a missão mais difícil. É que, do pouco que vou vendo na internet e nas pouquíssimas lojas existentes na Póvoa com roupinha de bebé para cerimónia, quase nada me agrada... Quero uma roupinha simples para o meu pimpolho. Não gosto nada de tecidos brilhantes, nem de roupas muito formais...
Alguém conhece alguma loja ou site com roupas catitas para Menino?
26 de março de 2013
Apeteceu-me falar mais uma vez sobre "PARTO"
Há uns bons anos atrás, numa ida ao Centro de Saúde para levar a vacina, fui obrigada a ouvir uma conversa entre duas mulheres na sala de espera. Uma delas relatava a sua experiência no parto do filho. "Rasgaram-me toda. Levei uma carrada de pontos!". Pensei para "Ui.. Heim... isso é assim então?!...". Não sei porquê, mas nunca mais esqueci aquela conversa. A cara da mulher sim, mas as palavras dela não.
Ao longo dos anos, circunstancialmente, fui ouvindo relatos de mulheres sobre o parto. Nunca foi assunto que fiz questão de ouvir, até ao dia em que decidi engravidar. A partir daí, o meu interesse por esse tema mudou e comecei a ouvir com muita atenção e a registar na memória o que me estavam a contar. Ouvi diversas histórias e muitas queixas.
Mulheres que se lamentaram por terem ficado muitas horas à espera da dilatação (1), outras que chegaram ao hospital de madrugada e não havia anestesista de serviço e, por isso, não levaram epidural (2); ouvi muitas vezes (e continuo a ouvir!) pessoas a dizer que nos hospitais públicos evitam ao máximo as cesarianas por causa dos custos e, por isso, deixam a situação arrastar-se até não ser mesmo possível o parto normal (3). Também me disseram algumas vezes que os cursos de preparação são uma treta e que na hora da verdade o que lá se aprendeu não serve de nada (4) e que a cesariana é o meio mais seguro para a Mãe e para o bebé (5). Outras disseram-me que não há nada como os hospitais privados, porque lá não nos falta nada (6).
Enfim... Ouvi um número infindável de relatos, ideias, teorias e opiniões. Registei-as com interesse mas, em momento algum, me deixei intimidar ou amedrontar. Nem deixei que me fizessem a cabeça.
Na humildade da minha experiência tenho a opinar que o segredo para um bom parto é mantermo-nos calmas, confiarmos nos profissionais que estão a acompanhar-nos e ter muita paciência.
Na humildade da minha experiência tenho a opinar que o segredo para um bom parto é mantermo-nos calmas, confiarmos nos profissionais que estão a acompanhar-nos e ter muita paciência.
1) Quando me diziam "Aiiii, eu estive 15 horas à espera da dilatação!!" com um tom de sofrimento e de reprovação, na altura, eu pensei "15 horas, minha nossa!!!!"... Pois bem. Eu entrei às 5 da manhã e o Vasco só nasceu às 18h50. Ou seja, quase 14 horas. Acreditem que só um destes dias, volvidos mais de 7 meses, é que me deu para fazer as contas e só porque me lembrei desses relatos. Se me perguntarem, custou-te estar esse tempo todo à espera?. Eu respondo que não. Custou, e muito, ao meu marido, pela ansiedade de viver o momento e pela seca que apanhou no hospital por querer estar ao meu lado desde o primeiro minuto. Quanto a mim, acabei por passar facilmente esse tempo de espera, porque o conforto que o efeito da epidural deu ao meu corpo, permitiu que eu dormisse muito e compensasse as horas de sono que me faltaram durante a gravidez. Para além disso, mantive-me sempre calma. Estava disposta a esperar o tempo que fosse necessário, sem stress e sem achar que o que eles estavam a fazer era evitar ao máximo a cesariana para evitar maiores despesas (3). Na verdade, eu estava a torcer muito para que fosse parto normal.
Sei que a cesariana só faz sentido e só deve ser um recurso, quando há factores impeditivos para o parto normal. O melhor para o bebé e para a Mãe, é o parto normal - são os médicos que o dizem. Mas porquê que muitas Mulheres, e muitos Homens também, continuam a acreditar no contrário?...
Sei que a cesariana só faz sentido e só deve ser um recurso, quando há factores impeditivos para o parto normal. O melhor para o bebé e para a Mãe, é o parto normal - são os médicos que o dizem. Mas porquê que muitas Mulheres, e muitos Homens também, continuam a acreditar no contrário?...
2) Desfiz todas as dúvidas numa aula de um dos cursos de preparação. Desde há uns anos a esta parte que o Hospital da Póvoa tem serviço permanente de anestesia. Fiquei descansada. Sabia que, qualquer que fosse a hora em que eu desse entrada, a epidural nunca me iria faltar.
4) Os cursos de preparação são muito úteis. Assim como, esclarecedores e inspiradores. E o que se aprende para o momento específico do parto é essencial. A técnica da respiração é preponderante no trabalho de parto e nada tem a ver com aquelas cenas exageradas e sonoras que vemos nas novelas e nos filmes (a menos que o efeito da epidural tenha ido p'ro caneco ou nem sequer tenha havido epidural! Aí já acredito nos berros e nas dores!). De resto, falo por experiência própria, VALE A PENA ir ao curso de preparação para o parto. Assim como, aos cursos de puericultura e de aleitamento. Não se deixem ir na conversa de quem diz o contrário!
5) "Eu nunca teria o meu filho num hospital privado!". Foi a parteira que me acompanhou no período matutino que me afirmou. E eu perguntei-lhe porquê. Ela explicou-me, simplesmente, que não há sítio mais seguro para se ter um filho do que um hospital público. É que, se houver uma complicação e o bebé precisar de auxilio, os hospitais privados não têm os meios necessários... Retive esta observação/informação. Partilho-a convosco para pensarem no assunto e, se pretenderem, debatê-lo.
6) Acredito que, se quisermos ter um filho num hotel de cinco estrelas, não há nada como um Hospital Privado...
Nota: Escrevi este post plenamente consciente de que eu sou suspeita para falar, porque tive um parto santo! Aguardei com a maior serenidade pelos 10 cm de dilatação e, depois, foi só meia dúzia de puxos e o Vasco estava cá fora. Sem episiotomia, nem lacerações.
Nota: Escrevi este post plenamente consciente de que eu sou suspeita para falar, porque tive um parto santo! Aguardei com a maior serenidade pelos 10 cm de dilatação e, depois, foi só meia dúzia de puxos e o Vasco estava cá fora. Sem episiotomia, nem lacerações.
22 de março de 2013
Imagem do dia
Um carro da polícia estacionado num lugar para cargas e descargas e dois "moinas", no café em frente, consoladinhos da vida a ver o jogo da selecção! Pudera... Ninguém os vai multar!.
21 de março de 2013
|A Maternidade tem destas coisas| # 4
Como ir trabalhar, depois do almoço, com a camisola cheia de sopa do Vasco e só reparar ao final do dia, quando chego a casa.
20 de março de 2013
Baptizado
O Baptizado do Vasco já está marcado na Igreja.
Isso significa que, nos próximos tempos, vou andar "perdida" nos preparativos.
Adoro! :)
19 de março de 2013
Dia do Pai
Quando namorávamos, o que eu sentia por ti era tão forte e tão grande, que eu achava que era impossível amar mais do que eu te amava. Depois casámos, e eu fiquei surpreendida com a elasticidade do sentimento que não parava de crescer e que, ao mesmo tempo, amadurecia num ritmo suave e delicioso. Depois fomos Pais e eu percebi que, afinal, a ideia que eu tinha de AMOR estava ainda longe da sua verdadeira dimensão. Foi o Vasco, o fruto do nosso Amor, que me trouxe o conhecimento pleno desse sentimento.
Se te amava desmedidamente como Namorado e, depois, de uma forma ainda mais especial como Marido, agora, como Pai do meu filho, fico sem palavras para falar sobre o sentimento que habita em mim e que me faz sentir completa. Eu, tu e o Vasco, somos um. Somos Amor.
Obrigado por seres o melhor Pai do Mundo para o nosso filho! Obrigado por me fazeres sentir feliz e orgulhosa por te ter escolhido para companheiro de uma vida e por, juntos, nos fazermos merecedores do Vasco e desse sentimento tão nobre que é o Amor.
Em nome do nosso pequeno príncipe, FELIZ DIA DO PAI!
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Vasco
15 de março de 2013
9-12 meses
O meu pequeno príncipe tem sete mesitos e não é que já tenho que ir ao gavetão onde guardei a roupinha dos 9 e 12 meses- pensando eu, "Ainda falta muito tempo para usa-las!..., para o vestir???!!!!
É ponto assente: os tamanhos das roupas de bebé são completamente enganadores e diferem muito de marca para marca!!
Mas também é verdade que tenho em casa uma rapagão e que, se continuar assim, vai ser alto como o Pai. E eu aqui toda babada! :)
13 de março de 2013
7 meses
Faz, hoje, sete meses que fui Mãe. A experiência mais intensa que tive em toda a minha vida. Tenho todos os minutos desse dia preservados na minha memória. Assim como todas as emoções e sensações.
Foi um dia recheado de pormenores que nunca esquecerei...
O início das contracções. A ida para o hospital, na companhia do Daniel, ambos atordoados pela felicidade de estarmos prestes a conhecer o nosso filho e pela ansiedade inerente a esse grande momento. A longa espera pelo dez centímetros de dilatação. O início do parto e a rapidez e facilidade com que ele aconteceu. O primeiro choro do meu bebé, o momento em que o colocaram no meu peito, pele com pele, a temperatura quente do corpinho dele, o cheiro dele (o tal cheiro que só sentimos uma única vez, nesse preciso momento em que o nosso bebé acabadinho de nascer, vem directo para o nosso colo!). A primeira vez que vi o rosto dele. A imagem dele com a sua primeira roupinha. A primeira visita dos Avós e dos Tios. As primeiras horas sozinha com ele em que o medo de não saber cuidar dele direitinho não me dava tréguas. Horas essas que hoje me dão força e coragem, porque penso "Se, sem experiência alguma e cheia de medo, consegui cuidar do meu bébé nas duas primeiras noites, sozinha, então consigo tudo!".
O início das contracções. A ida para o hospital, na companhia do Daniel, ambos atordoados pela felicidade de estarmos prestes a conhecer o nosso filho e pela ansiedade inerente a esse grande momento. A longa espera pelo dez centímetros de dilatação. O início do parto e a rapidez e facilidade com que ele aconteceu. O primeiro choro do meu bebé, o momento em que o colocaram no meu peito, pele com pele, a temperatura quente do corpinho dele, o cheiro dele (o tal cheiro que só sentimos uma única vez, nesse preciso momento em que o nosso bebé acabadinho de nascer, vem directo para o nosso colo!). A primeira vez que vi o rosto dele. A imagem dele com a sua primeira roupinha. A primeira visita dos Avós e dos Tios. As primeiras horas sozinha com ele em que o medo de não saber cuidar dele direitinho não me dava tréguas. Horas essas que hoje me dão força e coragem, porque penso "Se, sem experiência alguma e cheia de medo, consegui cuidar do meu bébé nas duas primeiras noites, sozinha, então consigo tudo!".
Tudo foi tão forte, tão único que, sete meses depois, ao recordar-me de todos os passos desse dia, a emoção consegue ser ainda maior!
Olhos as fotografias, vejo os vídeos e as lágrimas correm-me pelo rosto.
Tenho aquele dia como uma bênção.
Foi o primeiro dia de uma viagem que tem sido extraordinariamente bela e enriquecedora.
Tudo mudou em mim, em nós e na nossa vida, a partir do dia 13 de Agosto de 2012.
Tudo mudou para muito melhor!
Os nossos dias ganharam mais brilho, mais cor, mais alegria! Viver ganhou outro sentido.
O Vasco está cada dia mais engraçado. Mais irresistível. Olho para ele e babo-me de amor e de orgulho.
És a nossa perfeição!
Amo-te tanto, tanto, tanto, meu filho!!!!!!!!
És o meu tesouro! A minha vida!
12 de março de 2013
O Verão da minha Infância
Ainda falta algum tempo para o Verão, mas cá em casa já se fala nele e o Avô António até já deu instruções à Avó Lisa para voltar a alugar uma barraca, na praia de sempre, para poderem ir com o Vasco e a Rita.
A dica do meu Pai, levou-me de viagem à minha Infância. Ou melhor, ao Verão da minha Infância. Feito de sol e de praia. A praia da minha Póvoa.
Os meus dias tinham cheiro a maresia. E riscas azuis e brancas.
Cresci na areia grossa e com a frescura da água do nosso mar.
Brinquei manhãs e tardes nos penedos. Sem chinelos, para sentir a textura dos rochedos. Apanhei peixinhos para depois voltar a colocá-los na água.
Com as fitas do sargaço que as ondas traziam para o areal, adornava os meus pés, estilo sandálias étnicas.
Quando já tinha autonomia para tal, tomava banhos intermináveis. No final de cada banho, deitava-me ao sol e ali ficava até sentir o fato de banho seco. Depois, voltava para o mar. Vezes sem conta.
À conta desses banhos de mar, seguidos desses banhos de sol, com o corpo coberto de salitra, terminava o Verão morenaça. Mais parecia mulata!
Um moreno carregado que empalidecia com o pó da areia, cada vez que eu e os meus primos, nos enterrávamos até ao pescoço.
Um moreno carregado que empalidecia com o pó da areia, cada vez que eu e os meus primos, nos enterrávamos até ao pescoço.
A hora do lanche era sempre um momento bem passado. Pão com marmelada. Limonada. Por vezes, língua da sogra ou pãezinhos de leite que vendiam no areal. E o gelado no fim, comprado no saudoso restaurante "Maresia", era a cereja no topo do bolo.
O meu Verão sempre foi muito feliz. E nunca precisei de sair da minha terra.
Com a minha família e com os meus amigos, passei Verões inesquecíveis.
As memórias são tão boas e as saudades tão grandes...
Farei tudo o que estiver ao meu alcance para proporcionar ao meu filhote uma infância, tão ou ainda mais feliz, do que a que eu tive. Para que um dia mais tarde, quando ele olhar para uma fotografia, como esta minha, possa sentir o coração cheio e uma felicidade imensa ao recordar os doces momentos do passado.
8 de março de 2013
Às Mulheres da minha vida!
Tenho a sorte e o privilégio de ter grandes Mulheres na minha vida, a começar pela minha Mãe, que me serve de exemplo e de inspiração, todos os dias e nas coisas mais simples e sublimes do quotidiano. Nela, revejo muitas das qualidades que a sua Mãe, a minha saudosa avó Isolina, possuía e com as quais fez a diferença enquanto esteve por cá. A generosidade. A preocupação com os outros, a disponibilidade para ajudar e a prontidão com que o faz. O sentido de amizade. A alegria de viver.
Na minha Avó Paterna tenho o ícone do bom humor e da raça da mulher poveira.
Tenho as minhas primas que são como irmãs para mim. Em cada uma delas, um exemplo a seguir. Pela personalidade forte. Pela beleza, interior e exterior. Pelo amor à vida que consomem. Pela amizade que me garantem e o porto de abrigo em que se transformam quando preciso. Pela partilha entre nós do que é essencial à nossa felicidade. Pelo orgulho que me fazem sentir nelas.
Também tenho as melhores tias do mundo. Mulheres de fibra que me têm ensinado muito ao longo da vida. Elas são também um bom refúgio e sábias conselheiras.
Fui presenteada com Cunhadas que me servem igualmente de exemplo. Na humildade. No respeito pelos outros e pela vida. Na força e na incansável labuta diária. No amor genuíno e duradouro. Na dignidade do ser Mulher.
E tenho a benção de uma Sogra com um coração do tamanho do mundo. De uma generosidade sem fim e com um jeito incomparável de se dedicar à Família, de amar os seus como se não houvesse amanhã e de os proteger junto a si.
Tenho poucas amigas, mas verdadeiras Amigas. Mulheres que admiro, que gosto muito. Cuja existência, só por si, me serve de conforto. Companheiras de vida. Cuja distância jamais incomodará.
E há ainda um restrito grupo de Mulheres que, sendo apenas, minhas conhecidas, porque um dia os nossos caminhos se cruzaram, me servem também de inspiração. Como Mulheres, como Mães e como Profissionais.
Feliz Dia da Mulher a Todas vocês!
7 de março de 2013
Eu, o Vasco e o nosso Moodd!
Eu nunca sonhei com um carro para mim. Quando fui escolher o meu «boguinhas», na companhia do meu Pai, vi dois ou três das dezenas que estavam no stand e decidi rápido "Este serve!". Não tenho uma «bomba», mas também não ando de carroça. lol O meu Hyundai Getz enche-me as medidas e, convenhamos, carro bom, em mãos de uma mulher, é crime!
Agora, no que toca ao "carro" do meu pequeno príncipe a coisa muda de figura! lol Desde que vi o Quinny Moodd no Facebook da "Barriguinhas Pré mamã" nunca mais o tirei da cabeça. Imaginava o meu Vasco, todo pimpolho a passear num desses. Ficava minutos intermináveis a olhar para a fotografia do carrinho e a babar-me. Até que, o "jipe" que tínhamos herdado da priminha Antónia (um Casual Play S6 - um bom carro, tenho a dizer!) avariou (encontra-se no "mecânico" há algum tempo e não sabemos quando fica pronto...) e eu tive, assim, um pretexto para comprar o Carro de Bebé dos meus sonhos para o meu filhote. :) O Quinny Moodd. :)
Já o estreamos e só tenho a dizer bem. Para além de o achar lindo de morrer, adorei conduzi-lo. É mesmo muito leve. E o Vasco parece ter gostado do conforto da cadeirinha, porque tirou uma bela soneca, coisa que, nos últimos tempos, não acontecia quando andava de carrinho. :)
Fechado, o Quinny Moodd não fica muito mais pequeno do que o Casual Play S6, mas não ia ser esse pormenor a fazer-me desistir da compra. Quanto à técnica de abrir e fechar é bem simples e prática.
Em suma, estou muito feliz por ter realizado este pequeno sonho (há uns anos atrás, alguma vez eu repararia na beleza de um carrinho de bebé ???!!!!) e muito satisfeita com a minha escolha. :)
Devo um obrigado à Barriguinhas Pré Mamã por ter permitido que isso acontecesse! Um beijo enorme Sandra e Rute! :) Adoro-vos!
Devo um obrigado à Barriguinhas Pré Mamã por ter permitido que isso acontecesse! Um beijo enorme Sandra e Rute! :) Adoro-vos!
Foto: Barriguinhas Pré Mamã
4 de março de 2013
"Antes do Vasco" e "Depois do Vasco"
"Antes do Vasco",
eu não prestava muita atenção às conversas sobre gravidez, parto e bebés. Ficava completamente fora, quando perguntava a uma grávida quanto tempo tinha e ela me respondia em semanas, e não em meses. Sentia-me distante dos temas enjoos e azia, dos "folicil" e "folifer", das ecografias dos trimestres, do "parto natural ou cesariana?", da epidural... Nunca me interessei por saber o que raio eram as cólicas dos primeiros meses, nem tão pouco dava valor às tão proclamadas “noites mal dormidas” ou ao ter que dar de mamar de duas em duas horas. Não me passava pela cabeça o bolsar do bébé e o sair de casa com “medalhas” na roupa, sem qualquer problema. Tinha o mudar a fralda, apenas e só, como um hipotético bicho de sete cabeças. E estava longe de imaginar que um bebé fazer cocó é motivo suficiente para se bater palmas e dizer Yupiii! Vacinas eram uma coisa simples e rápida, sem qualquer relação com dor. Conversa sobre percentis passava-me completamente ao lado. Assim como, leites de farmácia, Vigantol e papas sem ou com glúten. Bercinhos, babycoques e carrinhos de bébé, banheiras e muda-fraldas, babygrows, portas-chupetas, nebulizador e soro fisiológico, água do mar e benuron supositório, Zippy, Zara Kids e Vertbaudet eram realidades que eu não alcançava. Eram realidades dos outros. Amor de Mãe era algo que eu ouvia mas que não percebia. Sofrimento e preocupação de Mãe, era algo que eu via nas outras Mães, mas não atingia a dimensão.
"Depois do Vasco",
eu mudei e todas essas coisas passaram a ser também a minha realidade. Agora sou Mãe. E isso explica tudo. Aprendi naturalmente todas as tarefas e rotinas que a Maternidade implica. Falar sobre as experiências diárias e sobre o meu Filho é um hábito que adquiri de forma automática. E dá gosto fazê-lo quando do outro lado temos um bom ouvinte, daqueles que nos escutam por gostarem mesmo e não, apenas, porque fica bem perguntar ou mostrar interesse. Agora, sei porquê que o Amor de Mãe não se explica. Porquê que as Mães sofrem tanto e se preocupam tanto com os filhos. E, agora, sei que isso vai ser assim para sempre, mesmo quando eles já forem casados e tiverem filhos.
Ser Mãe do Vasco é a melhor condição de vida. E é também a maior e mais bela lição. Todos os dias aprendo qualquer coisa com o meu pequeno príncipe. E, quando comparo a minha vida "Antes e Depois do Vasco", percebo o tanto que iria perder se adiasse a decisão de ser Mãe.
O Mundo fica diferente aos nossos olhos quando temos um filho nos braços. E por mais que tivéssemos uma boa vida antes e fizéssemos coisas fantásticas que, sendo Pais, não nos seria permitido fazer, essa vida e nenhuma dessas coisas se compara à felicidade, à adrenalina, às emoções fortes e à sensação de realização pessoal que um Filho nos confere.
Adoro ser Mãe. E o meu Filho é o ar que respiro! Amo-o incondicionalmente.Com todas as minhas forças. E não sinto saudades nenhumas da minha vida Antes do Vasco. :)
2 de março de 2013
A "menina" Laurinda...

.... faz parte das memórias da minha Infância... Dessas doces memórias....
Os teatros que fiz com ela no velhinho salão paroquial da Matriz foram momentos muito felizes e que recordo com muito carinho e emoção...
Parece que ainda hoje consigo sentir o cheiro desses dias... E as imagens que tenho dessas horas são como que acompanhadas pelas três pancadas a anunciar o início da peça e a voz da menina Laurinda, escondida atrás dos cenários, a dar-nos as "deixas" dos textos...
Descanse em Paz menina Laurinda! Guardo-a com carinho no meu coração...
1 de março de 2013
28 de fevereiro de 2013
23 de fevereiro de 2013
Sapatos para Noiva
Quando andava à procura dos sapatos para o meu Casamento, percorri tudo o que era site na Internet. Pisquei o olho a um número infindável de sapatos. Andei indecisa meses a fio. Com muita dificuldade, fiz a minha escolha. Mas, depois, quando já tinha os sapatos comprados, tal como vos contei aqui, mudei de ideias e recomecei a busca até encontrar as sandálias que me conquistaram por completo, arrebatando a concorrência.
Todas as escolhas que temos que fazer para o nosso dia de Princesa, devem ser feitas de acordo exclusivamente com os nossos gostos e ideias. É certo que gostamos sempre de ter uma opinião de quem nos é chegado, mas, no meu caso e no que aos sapatos diz respeito, foi opcionalmente uma procura solitária.
Numa indumentária, os sapatos são a peça que mais nos diz sobre a pessoa que os tem calçados. Podemos estar muito bem vestidas, mas se o sapato for feio ou desadequado ao estilo da roupa, está o caldo entornado. Como vocês sabem, adoro sapatos e tenho um gosto muito peculiar, gosto de ousar! E foi isso que tentei fazer no meu Casamento.
A minha opinião é a de que a Noiva deve fugir ao sapato branco tradicional. Gosto muito da combinação de cores, entre os sapatos e o bouquet, por exemplo. Mas, mesmo que a escolha recaia nos sapatos brancos, há sempre maneira de fazer a diferença. :) :)
Deixo-vos com algumas imagens de Sapatos e de Sandálias que eu recomendaria às Noivinhas, consoante o seu Vestido, claro! :). Retirei-os de alguns dos meus sites e blogues preferidos. Espero que se deslumbrem tanto quanto eu! :)
Fonte: Heels
Fonte: Magnolia Rouge
Fonte: Piperlime
Fonte: Style me pretty
Fonte: Kurt Geiger
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